Um blog sem visitas, um pretenso escritor sem público. Talvez esse seja o pior dos males de alguém que deseja ser reconhecido por um talento que gostaria de ter, mas que claramente não possui.
Continuo aqui. Quem sabe, daqui a centenas de anos, alguém possa ler essas pobres linhas e me revelar ao mundo. Embora eu creia que isso seria um milagre. Pois, sem talento, o público não vem, tampouco a glória.
É o triste fim de um Policarpo Quaresma qualquer. Se ao vencedor cabem as batatas, ao vencido resta a compaixão de um declínio anunciado.
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